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Férias!!!!!

Quinta-Feira, 26 de Novembro de 2009 às 12:18:46



Esta é a palavra mágica que passo a incorporar a partir de hoje. Para onde eu vou não levo celular, o que transforma a idéia de férias em realidade. Mas, um fotografo não tira férias da câmera e muito menos vai a um lugar onde não haja boas histórias e novas paisagens.
Tentarei postar algumas imagens desta pequena e prospectiva viagem a Patagônia pela rota 40. São poucos dias, mas necessários para alegrar o coração de Maria e re-humanizar este operário da fotografia.
Dia 15 de dezembro estarei de volta ao verão, data estratégica para estar pouco disponível e acabar com tranqüilidade o projeto do livro “É do Coco, é do Coqueiro”. Lançamento previsto para fevereiro de 2010.
O ano foi iluminado. Os projetos foram se concretizando e no balanço antecipado do ano, me vem à mente o Catalogo das Agremiações Carnavalescas do Recife (lançamento dia 10 de dezembro), O livro sobre o projeto social “Gatos de Rua”, o livro do querido amigo Frederico Pernambucano de Melo “A Estética do Cangaço”, todos em fase de design e impressão.
Os clientes comerciais atendidos, felizes e tranquilos.
Portanto, vamos a Pinguinera!
Gracias a la vida!






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De manhã em Aldeia

Segunda-Feira, 23 de Novembro de 2009 às 13:06:32








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Boa Viagem

Terça-Feira, 17 de Novembro de 2009 às 15:40:38



Começou o verão 2!






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Hoje de manhã no Pina.

Segunda-Feira, 16 de Novembro de 2009 às 13:06:36



Começou o verão!






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Vida longa a Semana de Fotografia

Domingo, 15 de Novembro de 2009 às 09:45:54



Hoje começa mais uma semana de fotografia em Recife. Eu considero a realização desta semana, o mais importante evento de fotografia em nosso estado, quase um feito, dado a falta de grana crônica dos órgãos envolvidos. Penso que qualquer crítica deva ser bem pensada e colocada de forma mais respeitosa possível (como deve ser sempre), principalmente quando se trata de um evento ainda vulnerável como a Semana de Fotografia do Recife. Estar à frente de tal evento é um exercício de logística e disposição enormes. Então, penso que se falhas houver, devemos relevar e de alguma forma estarmos prontos para ajudar a transformá-las em soluções ou experiência para os futuros anos.
Durante os anos que participei da seleção e montagem de exposições na Torre Malakoff, vivi experiências muito felizes, mas sei bem dos problemas que surgem e de como tudo na vida dos envolvidos fica em segundo plano. É preciso reconhecer o trabalho de Mateus Sá e sua equipe a frente do evento. Eu já estou dando os parabéns antecipadamente. Vou me programar para participar de algumas atividades, principalmente os debates. O professor Afonso (UFPE), vai comandar uma interessante mesa sobre Fotografia e Memória na terça, e o mestre Juan Esteves ao lado de Maria do Carmo Nino na quinta. Rogério Reis é outro grande nome, ele tem um trabalho sobre o carnaval do Rio que eu acho esplêndido (Carnaval na Lona). A Rosely Nakagawa foi curadora da Casa Fuji nos anos 1990, e é uma peça importante para compreensão da fotografia brasileira contemporânea. Ela e Geórgia Quintas farão um super encontro, pena que a Rosely não traga sua coleção/exposição “30 anos de fotografia”, mesmo assim, imperdível!
As oficinas são sempre um espetáculo a parte. São mais para descobertas, os alunos descobrem algumas técnicas e o professor descobre os alunos. Criam-se amizades e afinidades, quebram-se barreiras e os alunos saem mais confiantes. A oficina que mais desejei participar foi a do Jean Lopes, adoro as fotos dele, apesar deste modismo “cor sem cores by Cia de Photo” que domina a “fotografia nacional”. A oficina de Breno e de Verônica na colônia do Bom Pastor promete ser sensacional, esperarei ansiosamente para ver o resultado, pois se trata de um projeto genial!
Quanto às mesas sobre a fotografia em Pernambuco, eu desconfio que seja muita gente pra pouco tempo. Duas horas para ouvir Alcir, Xirumba, Lubambo e Breno é pouco tempo. São pessoas com muitas histórias, e quase não temos oportunidade de ouvi-los. A outra mesa com Dansot, Gleide, Daniel Berinson e Ana Farache eu não entendi. Talvez meu raciocínio esteja cartesiano demais, mas não vejo muita ligação entre Dansot e os outros integrantes da mesa (que, aliás, possuem muitas afinidades entre si). Na minha visão um encontro entre Alcir e Dansot seria histórico, Xirumba, Tadeu e Gleide também. Estariam todos ligados por um elo cronológico muito forte. Fiquei imaginando se não seria o caso de uma mesa com Fernando Neves e Gleide Selma falando sobre a experiência como galeristas. Daniel e Aninha Farache são uma grande incógnita pra mim. Talvez uma mesa reunindo Lubambo, Berinson, Serginho Altenkirch e André Rosemberg pudesse finalmente nos explicar porque fotógrafos geralmente são bons cozinheiros, ou porque um dia, largam a profissão e abrem um bar.
Estarei na primeira fila pra prestigiar, aplaudir e participar. Vida longa a Semana!
OBS: Outra coisa genial é poder ir a Malakoff e ver uma exposição de fotos!






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Hoje, no finzinho da manhã, no Pina...

Quarta-Feira, 11 de Novembro de 2009 às 18:19:30








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As Borboletas

Quarta-Feira, 11 de Novembro de 2009 às 18:14:22







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Os Peixes

Quarta-Feira, 11 de Novembro de 2009 às 18:03:50







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Entre a geladeira e bronzeador

Terça-Feira, 10 de Novembro de 2009 às 20:59:57



Nestes últimos dias, peixes cintilantes e borboletas de prata cruzaram minhas retinas, compondo minhas visões mecânicas. Foram dois trabalhos de muitos dias, de muito pensar, quebrar a cabeça e alternar frios imensos e muito calor.
Um livro sobre objetos de decoração produzidos com materiais reciclados me levou a construir uma traquitana que possibilitasse brincar com a luz natural, água para criar distorções e espelhos que além de aproveitar melhor a luz natural, ainda me desse vários planos e profundidade para as imagens.
Em paralelo, produzir o portfólio de um frigorifico beneficiador de peixes e frutos do mar. Um trabalho mais técnico, mas que mesmo assim, pude brincar um pouco com as fantásticas texturas das escamas e couros de lindos peixes.
Para este trabalho construí uma caixa de acrílico transparente para fotografar o gelo, criando uma luz mais brilhante que atravessasse o gelo de baixo pra cima e onde seriam colocados na pós-produção os peixes enormes e imensos, fotografados em separados numa mesa de luz com acrílico leitoso.
Esta caixa de acrílico terminou indo parar no outro trabalho. Virou o aquário onde depositei um espelho no fundo, refletindo a imensa luz do céu de verão que explode no jardim da minha casa. Neste aquário, dentro de 15 centímetros de água, eu mergulhei as borboletas e abelhas de metal.
Foram algumas noites pensando como fotografar os objetos, então, recorri ao meu poeta de cabeceira – João Cabral de Melo Neto, que sempre me socorre nestas horas difíceis. Do poema inicial do primeiro livro “Pedra do Sono” eu encontrei as fotografias que procurava durante as noites sem sono.
Não vou falar no cheiro de peixe que ainda perdura em todo o equipamento, porque foto tem o cheiro que agente imaginar.






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